Em Tupã, a 1° Feira Nacional de Formaturas

Há mais de 18 anos no mercado de formaturas, Alexandre Galdino tem uma empresa que desenvolve sistema para gestão de empresas de formaturas, a AG Sistemas. Participando algumas vezes da Feira Fotografar, ele percebeu que tem muita novidade no mercado e que ele gostaria que elas acontecessem primeiramente em sua cidade, Tupã, localizada no interior de São Paulo.
Pensando em trazer o acesso às novidades e tendências do segmento com mais rapidez e facilidade, a empresa organiza a 1ª Feira Nacional de Formaturas, que acontece nos dias 4 e 5 de outubro. A cidade, que já recebeu vários prêmios nacionais por ser considerada a maior consumidora de produtos fotográficos e concentra a maior quantidade de empresas no segmento de formaturas, luta para se tornar a capital nacional da fotografia e a AG Sistemas quer ser parte importante desse momento.
A Fotupã acontece juntamente com o Fórum de Desenvolvimento, atividade anual da cidade, para conseguir reunir empresários, Poder Público e SEBRAE, todos com um mesmo objetivo.
Os dois dias de evento vão contar com palestras de empresários que estão se destacando no mercado nacional com soluções inovadoras, workshops com temas de interesse diretamente ligado ao segmento, uma feira que reunirá fornecedores de produtos e serviços de alta qualidade, exposição de máquinas antigas para um momento de reflexão sobre a história da fotografia e sua evolução e um concurso de fotografia para que a população em geral possa demonstrar ou despertar o seu talento e sua paixão pelo assunto.
A ideia é que a Fotupã seja um espaço para que as empresas façam negócios, contatos, mostrem a qualidade dos serviços prestados, maneiras inovadoras e criativas que estão sendo aplicadas no mercado, e que, principalmente, seja palco de uma reflexão sobre a situação atual do mercado e de um planejamento futuro.
MERCADO FOTOGRÁFICO
O mercado de fotografia para formaturas está mudando. A tecnologia que alavancou esse rentável negócio no passado está mais acessível para usuários leigos. O perfil dos consumidores mudou, ao mesmo tempo em que a quantidade de formandos aumentou muito. A chamada “classe C” já pode ser incluída como público alvo deste produto. Essas mudanças exigiram amadurecimento das empresas que prestam esse tipo de serviço e dúvidas entre terceirizar ou verticalizar serviços começaram a fazer parte do dia a dia dos empresários.
MEIO DIGITAL
A digitalização é uma realidade e a atualização de modelos tradicionais têm que acontecer. Alexandre Galdino, presidente da AG Sistemas, não vê essa mudança como negativa e considera que as empresas que estiverem antenadas com essa realidade podem sair na frente com soluções adaptadas a essa nova realidade e acabar se beneficiando disso.
Créditos: Revista Fhox

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